Maicon Fiuza | 04/02/2023 16:20

04/02/2023 16:20

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Diário da Pandemia – 1.052º dia:

Neste mês, uma pessoa muito especial faz aniversário. E como esse sujeito é um tanto tímido, não vou revelar (ainda!) quem é. Enquanto isso, (re)afirmemos que a semana ora em conclusão foi positiva, marcada pelo retorno às atividades profissionais (por falar nisso: sabiam que completei quatro anos como professor do glorioso Estado de Santa Catarina?). Na semana que vem, novos desafios surgirão, com a esperada volta às aulas. Nesse campo, terei um ano positivo ou não?

Dias atrás, ainda em ritmo “praiano”, conversava com a filha Marina Vitória. Na ocasião, não querendo ser o “dono da palavra”, falei a ela sobre uma importante reflexão que desenvolvi com minha mãe (sua avó paterna): “o que fazer com o(s) ensinamento(s) que recebo?”.

Certamente, ao longo de nossa existência neste “mundinho”, recebemos um sem número de ensinamentos, geralmente repassados por pessoas mais velhas/mais experientes. Creio que todos eles, sem exceção, são importantes para moldar nossa personalidade.

Desde a educação básica (cumprimentar os outros, ser honesto e trabalhador, fazer o bem…), recebida de nossos pais, até os ensinamentos obtidos na vida estudantil (seja no nível em que for), tudo o que aprendemos é fundamental e necessário para sermos, efetivamente, cidadãos.

Voltando à questão de o que fazer com os ensinamentos que recebo, defendo que devem ser praticados para o bem do outro. Jesus já nos ensinava, há quase dois mil anos, que devemos amar ao próximo. E amá-lo, penso eu, significa ajudá-lo em suas dificuldades. Afinal, adianta frequentar uma igreja, rezar/orar sem descanso e, na prática, nunca fazer algo de bom para os outros???

Então, amigos, que saibamos utilizar bem os ensinamentos recebidos, pois, sem dúvidas, o Altíssimo nos recompensará por isso!

Hoje, a sugestão literária faz uma importante indicação: “A arte da imperfeição” (Brené Brown). Precisamos nos encaixar nas expectativas (dos outros e nossas) para sermos felizes e aceitos? A partir desse questionamento, a autora encoraja os leitores a refletir sobre a necessidade da perfeição, mostrando que aceitar as fragilidades é o melhor caminho para uma vida mais significativa.

Bom final de semana!

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